Às vezes eu só tenho medo que não dê tempo
É praticamente impossível chegar aos 4.0 e não refletir sobre tudo o que trilhou até agora...
Eu tenho tantas coisas na mente ainda, tantos planos, tantas vontades...
Confesso que às vezes rola uma lágrima, duas talvez, rs, quando paro para pensar...
Me pego avaliando às escolhas erradas, que na verdade não acho honesto chama-las de erradas, pois foi onde tomei bordoada, rasteira, onde o caminho foi mais difícil que eu cresci.
Muitas vezes não me vejo como uma pessoa normal, nada de especial, apenas diferente... Diferente em um nível que ainda está além da minha compreensão. É o que apelidei de "mundo da ci". Rs
Olho para trás e me lembro dos alunos com olhinhos brilhando a cada superação, a cada nova conquista e isso me dá muita paz...
Das premiações coreográficas, dos grandes mestres da dança com que trabalhei, o reconhecimento destes que hoje posso chama-los de amigos. Dos problemas anatômicos (coluna, joelho, pé,quadril, cotovelos)que ajudei amenizar. Dos pais de alunos que até hoje acompanham meu trabalho, dos profissionais de educação física, já formados, ou da dança que foram meus alunos (que honra), dos alunos que escolheram a mesma profissão...
Os lugares que conheci, os palcos que pisei...
Os espetáculos que dirigi, os eventos que organizei, os shows que dancei...
As aulas... foram muitas aulas , muitas escolas/academias...
Tanta vivência, tantos aprendizados...
Olho para trás e vejo que nada foi errado, o que sou hoje é o resultado de toda intensidade que vivi até agora.
Sou exageradamente intensa e dedicada ao trabalho.
Apesar das experiências não me sinto com 40 anos, meu corpo não se sente com 40 anos, olho no espelho e não me vejo com 40 anos...
Não tenho medo de arriscar, de recomeçar, de reviver...
Sonhos de menina, coragem de mulher...
Há tanto ainda para se fazer...
Às vezes tenho medo de que não dê tempo.

Eu tenho tantas coisas na mente ainda, tantos planos, tantas vontades...
Confesso que às vezes rola uma lágrima, duas talvez, rs, quando paro para pensar...
Me pego avaliando às escolhas erradas, que na verdade não acho honesto chama-las de erradas, pois foi onde tomei bordoada, rasteira, onde o caminho foi mais difícil que eu cresci.
Muitas vezes não me vejo como uma pessoa normal, nada de especial, apenas diferente... Diferente em um nível que ainda está além da minha compreensão. É o que apelidei de "mundo da ci". Rs
Olho para trás e me lembro dos alunos com olhinhos brilhando a cada superação, a cada nova conquista e isso me dá muita paz...
Das premiações coreográficas, dos grandes mestres da dança com que trabalhei, o reconhecimento destes que hoje posso chama-los de amigos. Dos problemas anatômicos (coluna, joelho, pé,quadril, cotovelos)que ajudei amenizar. Dos pais de alunos que até hoje acompanham meu trabalho, dos profissionais de educação física, já formados, ou da dança que foram meus alunos (que honra), dos alunos que escolheram a mesma profissão...
Os lugares que conheci, os palcos que pisei...
Os espetáculos que dirigi, os eventos que organizei, os shows que dancei...
As aulas... foram muitas aulas , muitas escolas/academias...
Tanta vivência, tantos aprendizados...
Olho para trás e vejo que nada foi errado, o que sou hoje é o resultado de toda intensidade que vivi até agora.
Sou exageradamente intensa e dedicada ao trabalho.
Apesar das experiências não me sinto com 40 anos, meu corpo não se sente com 40 anos, olho no espelho e não me vejo com 40 anos...
Não tenho medo de arriscar, de recomeçar, de reviver...
Sonhos de menina, coragem de mulher...
Há tanto ainda para se fazer...
Às vezes tenho medo de que não dê tempo.
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